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Educar na criatividade, uma nova teoria da aprendizagem?

 

Porque a educação mecanicista ainda encontra espaço no século XXI?

Será cultural ou dá menos trabalho? Vivemos uma era de contradições, queremos filhos educados e inteligentes, porém não conseguimos dedicar mais nosso tempo a eles e terceirizamos todo o processo de educação deles. Acreditamos que quanto mais estimulação melhor, preenchemos a agenda das crianças com esportes, inglês, kumon, em escola, cursos e academias.

 

Devemos informar nossa geração de pais que, a escola que os formou tem que viver transformações para formar seus filhos. Agora a realidade é outra, a do disciplinamento da convivência, do uso de tecnologia e da capacidade de construção de uma escola que não seja arcaica, que saiba lidar com aquilo que é secular, mas que não pode estar em outro século que não o século em que ela está.

 

 

 

 

 

 

A crise que vivemos na educação atual, tanto na família como na escola nos impulsiona a repensar essa prática e a conhecer novos desafios, que nos apresente novas formas de aprendizagens. Catherine L’Ecuyer, escritora, palestrante e pesquisadora Canadense escreveu um encanto de livro, “Educar na criatividade,”  que  sugere uma nova teoria. Apoiada em pensadores de diferentes tempos, como Tomás de Aquino, Platão, João Paulo II, Einstein entre outros, ela propõe uma educação que se desenvolve por meio da curiosidade, reconhecendo a criança como um ser que  tem necessidades básicas e ritmos próprios, que seja autora de sua história, com possibilidades de motivar-se por meio de situações reais que desafiem seu pensamento.

 

A criança em sua natureza possui um movimento  de curiosidade para o conhecimento que, hoje em dia é sufocado  com bombardeios de informações e estímulos externos. Para que esse movimento da curiosidade, inato na criança, venha florescer, é necessário qualidade das interações e dos vínculos criados entre a criança, seus familiares, cuidadores e professores, e não excesso de estimulações, satisfação dos seus caprichos, saturação de bens materiais e  agendas lotadas.

 

 

Estudos recentes confirmam que o tempo de brincadeiras sem muita estruturas é de suma importância para que a criança desenvolva a capacidade de solucionar problemas, fomentar a criatividade e desenvolver a atenção.

A Educação mecanicista reduz o tempo livre da criança, oferece atividades muito estruturadas nas quais a disciplina tem prioridade sobre a invenção e a descobertas.

Por isso fazemos um alerta aos pais e educadores na hora de escolher qual o melhor caminho para seu filho/aluno. Uma educação que possa permitir que a criança desenvolva sua própria forma de ser e seja estimulada a agir e pensar por iniciativa própria. Afinal, aprendizagem nasce do lado de dentro de cada ser. Somos, apenas mediadores que criam oportunidades para que eles floresçam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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